O que aprendi

Nesta breve vida que ainda tenho, aprendi uma lição muito importante para meu desenvolvimento como humano. Uma lição que aparentemente me transformará em humano…

Aprendi que não basta ser cruel: devo gostar disso.

Aprendi que não basta roubar: devo acabar com toda a renda.

Aprendi que não basta vencer: devo derrotar e humilhar o adversário até que ele desista da própria vida.

Aprendi que não basta ter preconceito: devo ser intolerante com qualquer pensamento diferente do meu.

Aprendi que não basta ser hipócrita: devo contaminar a todos com minha hipocrisia.

Aprendi que assim serei mais humano.

E quem sabe quando eu agir dessa forma eu não me enquadre no grupo do ser humano.

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Efeito Colateral

Amigos, este é um relato verdadeiro e que eu gostaria de compartilhar com todos. O que aconteceu comigo não foi algo legal, mas creio que esse simples texto seja a ponta para uma mudança.

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Cabeça doendo
Consciência pesada
O que fiz?

Críticas sempre ajudam, quando em um tom de respeito. Cabe ao ouvinte da mesma compreendê-la como algo bom ou mau. O problema é que eu nunca soube fazer isso. E minha falta de consciência nesse aspecto me leva a caminhos péssimos e com finais trágicos. Mas esse texto é pessoal, um diário declarado publicamente, então vamos aos fatos que me motivaram a escrever.

De uns tempos pra cá mudei tanto meu comportamento que já não sei o que fazer. Ironia e sarcasmo tornaram-se minha bandeira. Perdi amigos, perdi oportunidades, perdi minha essência de respeito. Já não tinha mais limites, e cada vez mais exigia coisas que eu mesmo sequer praticava.

A princípio era algo sensato, brincava com palavras e tudo parecia saudável. Porém, como em todo processo de vício ou algo semelhante, isso já não era mais o suficiente. Precisava apelar para algo mais forte… E apelei.

Comecei com um pouco de humor ácido, críticas pesadas e desprezo por ideias conflitantes. Nessa fase já perdi alguns amigos, mas “é melhor que estejam longe para não me atrapalhar”, pensava. Consegui alguns admiradores, nada muito impressionante, mas que inflava meu ego. Pensava ser o dono da razão, e com isso fui tornando-me cada vez mais desprezível e deixando de ser eu mesmo em prol de um alvo inútil.

Prossegui minha descida ao poço com humor negro, sarcasmo e ofensas pesadas. Alguns dos “admiradores” já não conseguiam mais ficar ao meu lado; para mim era indiferente. “Há! Crianças…” repetia em minha mente sem perceber que o infantil dessa história era eu. E cegamente eu prosseguia minha jornada insensata para o fundo de meu ego.

Mas como a vida sempre nos prega peças, comigo não foi diferente. Eis que conheço alguém totalmente oposto a mim, e ironicamente começo a gostar. Não que eu goste ironicamente da pessoa, mas a vida foi irônica comigo nesse ponto, talvez como uma revanche ou algo semelhante, mas isso não vem ao caso. Voltemos à história, sem rodeios.

Conheci essa pessoa totalmente oposta a mim, gostei dela e tudo poderia ter se encaminhado de forma bonita e perfeita. Mas o ego inflado sentiu-se ameaçado por não ser mais o centro de minhas atenções e reagiu. E da pior maneira possível. E só há uma expressão que explique de forma simples e direta o ocorrido: barbárie emocional. Ou barbárie irracional, se for pensar bem nos fatos, mas me perderei em explicações infundadas e muito hipotéticas se tentar explanar, então me contenho à história.

E meu ego soube fazer essa barbárie de maneira excepcional, tão bem quanto os grandes tiranos dessa história. Posso comparar essa atuação com Pol Pot, líder do Khmer Vermelho, no grande genocídio cambodjano.

Creio que vocês saibam a arma que eu usei, amigos. Ironia, sarcasmo, ofensas pessoais, julgamentos precipitados, distorção de fatos e muito mais. Por isso comparo a um genocídio. E me arrependo disso. Mas essa pessoa continuou ao meu lado. Mesmo com tantas ideia conflitantes lá estava ela, junto a mim.

Mas nesses momentos que comecei a perceber onde eu cheguei. Ela não estava feliz, e me senti (e me sinto) culpado por isso. Percebi que qualquer ideia que não fosse a minha era interpretada por mim como ataque, e criei um muro intransponível entre meu eu e novas ideias. E os problemas foram se acumulando, como uma bola de neve. Até que eu ouvi a frase que mais me assustou, “vamos parar, porque está óbvio que não iremos para lugar algum juntos”. Comecei a tremer. Minhas ofensas se tornaram tão instintivas que eu sequer percebia o que estava fazendo. Tornei-me irracional, impulsivo e sem compaixão. E isso estava me atrapalhando.

Nesse momento que percebi que algo em mim realmente estava muito errado, resolvi colocar minhas cartas na mesa. E aqui estou, escrevendo sobre mim, para um possível ar de mudança. Será difícil, mas aceito a proposta. Será dolorido, mas as cicatrizes trazem consigo ensinamentos. E como Nietzche, mesmo tão obscuro, dizia: “O QUE NÃO ME MATA TORNA-ME MAIS FORTE.”

Esse é um simples relato de um curto espaço de tempo de minha vida, mas que atrapalhou muitas coisas. Espero que em meu próximo relato pessoal conste a mudança. Pois estou disposto a mudar para essa nova sensação, ainda desconhecida para mim, me ensine a viver: o amor.

Choi Sung-Bong, exemplo de superação

Existe uma característica rara em algumas pessoas que acaba, depois de certo tempo, tornando-se praticamente indiscutível: O DOM. E isso não só em criatividade, mas em eficiência, lógica e, principalmente, na arte. E essa arte, feita através do dom, pode demonstrar algumas coisas tristes, mas que para nós serve de exemplo de vida. Esse é o caso do jovem Choi Sung-Bong. Esse jovem sofreu muito, mas muito em sua infância, mas mesmo assim não desistiu da vida. Vejam o video.

Guardem o nome desse garoto, vocês ainda ouvirão muito dele. Sem sombra de dúvidas.

Identidade secreta (by Jonas Vieira)

Boa tarde a todos. Hoje o nosso parceiro, Gabriel (Maizena), mandou-me um e-mail com um texto de um jovem, chamado Jonas Vieira. Abri, li e subitamente veio-me as lembranças da infância, quando sentava-me defronte à televisão para assistir desenhos com heróis, vilões, magia e coisas que, com o passar do tempo, foram sumindo do cotidiano da sociedade. Assim como eles compartilharam este texto comigo, gostaria de compartilhar com vocês.

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A morte das mídias sociais

Sei que esse blog é de textos, mas esse assunto me chamou a atenção. Vale a pena cada segundo pela riqueza de informações.

Vejam esse vídeo, e comentem o que pensam a respeito. Tecnicamente eu acho muito alarde, mas em todo caso… Por hoje é só. Até amanhã!

Acrósticos, o que são?

Bom dia, pessoal. A poesia, como gênero textual, apresenta algumas “roupagens”, modos de se escrever, dentre as quais citarei o acróstico. Mas o que essa forma representa? Primeiramente vejam o vídeo e continuem lendo.

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