Decrescendo…

Agora meus demônios atacam-me na alegria…
Ferem me rosto quando estou feliz
Mudam minha aparência
E revelam meu lado obscuro…

O que eu sempre fui e nunca quis revelar…
O que estava abaixo de minha máscara
O que eu tive medo de revelar…

E eu, decrescendo, transformo-me em nada
Perdendo a chance de mudar minha essência…

Até que não tenha o que mudar por não ter o que ser…

Medo Destruidor

O medo vêm à minha mente
Claramente
Latente
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Ambiguidade

Minha mente vive inquieta
Pensando em tudo
Desligando-se de nada…

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A festa acabou

A festa acabou
Os convidados saíram
Meus amigos se foram
E só sobrou eu e a sujeira… Leia mais deste post