Fotografia #2 – Roger Fenton

Sangue, morte, terror, destruição… Normalmente é essa imagem que nos vem em mente quando ouvimos a palavra guerra, certo? E a uns, digamos, 200 anos atrás, o que imaginavam sobre guerra? Não havia fotógrafos, nem aventureiros que pudessem retratar uma guerra fielmente. Bem, não havia até um cara se apaixonar por foto. Esse cara se chamava Roger Fenton (abaixo).

Mas as fotos de guerra dele, curiosamente, não tinham aparência de guerra. E este post explicará o real motivo.

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A Guerra Contra o Psicológico

Guerra: uma palavra tão forte quanto seu significado, que insinua um confronto sujeito a interesses da disputa entre dois ou mais grupos distintos de indivíduos mais ou menos organizados, e de todas as guerras eu posso citar tanto beneficios quanto maleficios, mas mesmo com os poucos beneficios não se pode voltar de uma guerra em sã consciência, até mesmo por questão moral, ou seja: até o ser humano mais “sangue frio” consegue se abalar em uma guerra, e a grande maioria consegue atingir o grau da loucura, mesmo existindo atualmente tratamento para o “Trauma pós Guerra”. Com esses tratamentos o combatente pode retomar sua “vida normal” e tentar esquecer as atrocidades que guarda em sua mente.

O complicado é que nós não podemos e nem temos o direito de julgá-los, por que até mesmo criticar sentado no sofá e em casa fica fácil: quero ver entrar em ação e fazer o que for preciso para sobreviver, na guerra é “matar ou morrer” e duvido que alguém vá à guerra para morrer, todos têm esperança de voltar e voltar como heróis, pois não há como negar que no mundo real o militar é visto como uma figura heroica e que atualmente não tem feito muito jus a esta afirmação mas ainda sim merece créditos!

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